Nos últimos anos, o termo terapias integrativas se espalhou — e junto com ele, muita confusão.
Para algumas pessoas, virou sinônimo de espiritualidade. Para outras, de algo alternativo ou até místico.
Na prática, terapias integrativas não substituem a medicina nem a psicologia, mas atuam de forma complementar, olhando para o ser humano de maneira mais ampla.
Entender o que elas são — e quando são indicadas — é essencial para não criar expectativas erradas nem buscar soluções no lugar errado.
Mas afinal, o que são terapias integrativas?
Terapias integrativas são práticas que consideram que corpo, mente, emoções e aspectos energéticos estão interligados.
Elas atuam ajudando a pessoa a:
- Ampliar a consciência sobre seus padrões emocionais e comportamentais
- Processar experiências internas que não foram elaboradas racionalmente
- Desenvolver autorresponsabilidade no próprio processo de cuidado
Não se trata de “cura instantânea”, nem de eliminar problemas.
Trata-se de processo, escuta e integração.
E quando as terapias integrativas são indicadas?
Essas terapias costumam ser indicadas quando a pessoa:
- Sente que repete padrões emocionais ou relacionais
- Vive ansiedade, angústia ou confusão sem causa aparente
- Passou por eventos marcantes e sente dificuldade de integração
- Busca autoconhecimento com acompanhamento responsável
- Quer aprofundar um processo já iniciado em terapia tradicional
Elas também são indicadas como apoio a outros tratamentos, nunca como substituição.
Quando NÃO são indicadas
Terapias integrativas não são indicadas quando:
- A pessoa busca uma solução rápida para evitar enfrentar algo
- Existe sofrimento psíquico intenso sem acompanhamento profissional adequado
- Há expectativa de que a terapia “resolva tudo sozinha”
- A pessoa não está disposta a se implicar no próprio processo
Cuidado que não respeita limites deixa de ser cuidado.
O papel do acompanhamento
Nenhuma prática isolada sustenta um processo profundo.
Por isso, na LevAlma, as terapias integrativas são oferecidas com responsabilidade, orientação e clareza sobre seus limites e possibilidades.
O objetivo não é criar dependência, mas construir consciência e autonomia emocional ao longo do tempo.
Se você sente que algo em você pede mais atenção, mais escuta ou mais clareza, talvez o próximo passo não seja buscar respostas sozinho — mas ser acompanhado.
O agendamento de sessões está disponível no site da LevAlma, com profissionais preparadas para conduzir processos de forma ética e consciente.